by manuel | Apr 22, 2015 | mjvieiratextos
Do alto das pirâmides três décadas nos contemplam. Não fomos os napoleões de esferovite que esperavam as bruxas do rei Lear. Os nossos sapatinhos de cristal estão remendados e os adamastóricos testículos começam a segregar um estranho odor. Não somos Crassos, não...
by manuel | Apr 22, 2015 | mjvieiratextos
Do alto das pirâmides três décadas nos contemplam. Não fomos os napoleões de esferovite que esperavam as bruxas do rei Lear. Os nossos sapatinhos de cristal estão remendados e os adamastóricos testículos começam a segregar um estranho odor. Não somos Crassos, não...
by manuel | Apr 22, 2015 | mjvieiratextos
ESTRANHO PÁSSARO Estranho pássaro O amor é, para mim, dúvida alucinante: Porque delicada válvula, cede ao mosquito e não ao brontossauro. mil perdões oh mulheres que mal ficais reencontrem o caminho na oração. Mas estou a brincar, ó funesto...
by manuel | Apr 22, 2015 | mjvieiratextos
ESTRANHO PÁSSARO Estranho pássaro O amor é, para mim, dúvida alucinante: Porque delicada válvula, cede ao mosquito e não ao brontossauro. mil perdões oh mulheres que mal ficais reencontrem o caminho na oração. Mas estou a brincar, ó funesto...
by manuel | Apr 22, 2015 | mjvieiratextos
É fugindo que nos encontramos É fugindo de Portugal que os portugueses são mais portugueses É em Portugal que os estrangeiros são mais estrangeiros Longe dos programas de televisão onde se exibe a fauna sub pimba As telenovelas sumarentas de planos congelados e de...